Comendo para viver ou para morrer?

A batalha pela humanidade está quase perdida: o abastecimento global de alimentos foi deliberadamente manipulado para acabar com a vida e não para nutri-la.

Após analisar nos Laboratórios Forenses Alimentares da Natural News mais de 1.000 alimentos, superalimentos, vitaminas, alimentos de fast-food e bebidas populares com o intuito de identificar metais pesados e outras substâncias, cheguei a uma conclusão tão alarmante e urgente que só pode ser declarada sem quaisquer rodeios.

Com base no que vejo na análise de espectroscopia atómica de todas as substâncias alimentares consumidas pelas pessoas diariamente, devo anunciar que a batalha pela humanidade está quase perdida. Ao que parece, o abastecimento alimentar foi intencionalmente pensado para acabar com a vida humana, em vez de alimentá-la.

Como podemos ver a partir destes exemplos, a comida tornou-se uma arma contra a humanidade. É o novo vetor de uma guerra mundial clandestina contra a humanidade,  guerra essa sendo discretamente travada neste preciso momento com armas que provavelmente encontraríamos na nossa despensa.


A Primeira Guerra Mundial foi travada principalmente em trincheiras: os soldados arremessavam pedaços de chumbo uns contra os outros e usavam armas químicas brutas, como o gás mostarda.

A Segunda Guerra Mundial foi travada com intenção genocida, utilizando armas cinéticas e químicas mais avançadas, criadas por companhias farmacêuticas.

Da Segunda Guerra Mundial e da era nazista nasceu a IG Farben,  o grupo químico-farmacêutico que mais tarde viria  a se dividir em três companhias, uma das quais é atualmente conhecida como Bayer, a mesma empresa que fabrica a aspirina infantil e vários químicos utilizados nos alimentos. (Verifique porque é um facto e é verdade.)

Parece que a Terceira Guerra Mundial já está em andamento, e sendo travada clandestinamente através dos alimentos. As substâncias químicas são muito semelhantes àquelas usadas na Primeira e Segunda Guerra Mundial. A única diferença é que em vez de serem aplicadas no campo de batalha, as armas químicas de hoje são aplicadas por meio do abastecimento alimentar e muitas vezes até aparecem nos rótulos dos alimentos.

Ingredientes tóxicos como nitrito de sódio e aspartame são dosados  para atuarem no nível subagudo e não provocarem a morte imediata das pessoas. Pelo contrário, provocam o colapso crónico e degenerativo do corpo e da mente a longo prazo, deixando em seu rasto pelo mundo inteiro cancro,  insuficiência renal e distúrbios mentais extremos, incluindo a psicose. Por sua vez, estes danos ao corpo e à mente destroem economias, sistemas educativos, avanços científicos, democracias livres e até a integridade cultural.
Veja esta vídeo:

Wilson Ferreira

Técnico em SEO, liberal apartidário, autodidata em História, fascinado por mistérios, fundador e escritor. Se cada um fizer a sua parte, compartilhando no facebook e outras redes sociais, você estará ajudando o cenário político brasileiro, vamos juntar nossas forças em prol de um Brasil melhor.
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1 comentários:

  1. Guilhermede Melojunho 13, 2014 4:04 AM

    Faça do seu alimento o seu remédio, como dizia um grande pensador...

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