Rússia vai reabrir uma grande base da era soviética


MOSCOU (Reuters) - A Rússia chegou a um acordo provisório com Cuba para reabrir uma grande base da era soviética na ilha caribenha de que uma vez espiou nos Estados Unidos, uma fonte de segurança da Rússia, disse na quarta-feira. 

O movimento vem como as relações russo-americanas chegaram a um baixo pós-Guerra Fria em uma disputa sobre a Ucrânia. 

"Um acordo-quadro que foi acordado", disse a fonte à Reuters, confirmando uma reportagem no jornal diário Kommersant que a reabertura foi aprovado, em princípio, durante uma visita a Cuba na semana passada pelo presidente Vladimir Putin. 

Em Washington, o porta-voz do Departamento de Estado Jen Psaki se recusou a comentar, notando que não havia anúncio formal de Moscou. Outras autoridades dos EUA estavam céticos, questionando se a Rússia iria passar com o que seria uma iniciativa caro com possíveis retornos limitados. 

Quando eles fecharam a base, os russos disseram que foi um "gesto de boa vontade" em direção a Washington, apesar de muitas autoridades dos EUA na época acreditava que Moscou estava realmente preocupado com os custos. 

Um funcionário que pediu para não ser identificado chamado declarações russas e reportagens sobre o projeto de "propaganda". 

No auge da Guerra Fria, a base de Lourdes, ao sul da capital Havana, teve até 3.000 pessoas e foi o maior centro de Moscou operado no exterior para a coleta de informações a partir de sinais de rádio. 

A base, a 250 quilômetros (150 milhas) da costa dos EUA, também foi usado para fornecer comunicações para navios russos. 

Autoridades do governo e do Kremlin não comentou imediatamente. A base foi fechada em 2001. As discussões sobre a sua reabertura começou há vários anos e se intensificou este ano, Kommersant disse que, como as relações com os Estados Unidos se deterioraram. 

Desde que a crise se agravou Ukrain em fevereiro, os Estados Unidos ea União Europeia impuseram sanções à Rússia e Moscou tentou reforçar os laços com outros países, inclusive na Ásia e na América Latina, para garantir a Rússia não é isolado. 

Kommersant não deu detalhes financeiros sobre o acordo, mas notou a Rússia concordou antes da visita de Putin a perdoar 90 por cento de US $ 32 milhões de dívida da era soviética de Cuba. (História completa) 

Putin, que está participando de uma reunião de cúpula dos BRICS potências emergentes do Brasil, também visitou a Argentina na semana passada. 

Ao visitar Cuba, o líder russo se comprometeu a ajudar a revitalizar a exploração de petróleo offshore de seu ex-aliado da Guerra Fria. (História completa). Na Argentina, ele assinou um acordo comercial destinado a aumentar a influência da Rússia na região. (História completa) 

Especialistas vêem BASE AS impulso para RÚSSIA 

Especialistas em defesa russas disseram reabrir a base seria um passo lógico para a Rússia, aumentando a sua capacidade de reunir inteligência, interceptando sinais "bastante significativa". 

"É preciso lembrar que as habilidades técnicas de inteligência da Rússia são muito fracos. Isso vai ajudar", disse Ivan Konovalov, chefe do Centro de Moscou para Tendências de Estudos Estratégicos. 

Ele estimou que Moscou recebeu pelo menos 50 por cento de toda a inteligência interceptado por rádio nos Estados Unidos por meio de Lourdes, durante a Guerra Fria. 

Sergey Ermakov, chefe da Seção de Segurança Regional do Instituto de Estudos Estratégicos da Rússia, disse que o movimento Cuba foi projetado para mostrar a outros países Moscou irá apoiá-los. 

"Depois do que aconteceu na Ucrânia, com todas essas alianças dos Estados Unidos tem desenvolvido, a Rússia está mostrando que está juntando o jogo e que ele também pode se apoiar em aliados e formar alianças." disse ele. 

A base de Lourdes foi criado em 1964, após a crise dos mísseis de Cuba para reunir informações. Acompanhou de sinais de e para submarinos e navios, bem como as comunicações por satélite. 

A crise dos mísseis em Cuba, em 1962, que começou depois de Moscou propôs colocar armas nucleares soviéticas na ilha, é amplamente considerado como o momento durante a Guerra Fria, quando os Estados Unidos ea União Soviética chegou mais perto de um confronto nuclear. 

(Reportagem de Timothy Heritage. Edição por Jeremy Gaunt e Andre Grenon)

Informações: yahoo

Wilson Ferreira

Técnico em SEO, liberal apartidário, autodidata em História, fascinado por mistérios, fundador e escritor. Nosso blog é focado em teorias da conspiração, porém você encontrará muitos artigos sobre política, história, sociedade, religião, misticismo, ocultismo e tudo que desperte um certo mistério.
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