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Acusada de Torturar a Filha de 8 Anos por Suspeitar de "Possessão Demoníaca"




"Qualquer hora ela poderia pegar e matar, né? Manifestar os demônios", disse a pastora durante o culto. Quando percebeu que estava sendo gravada, Jaci fechou as portas do local.

A Força da Influência Exercida Pela Pastora Jaci em Suas Fiéis 


A notícia apontou a força da influência que Jaci mantinha sobre suas fiéis. O site Metrópoles conversou com "Jéssica" (nome fictício), uma parente de uma mulher que abandonou o filho, de apenas 6 meses, por acreditar que o menino estava "possuído". Sob a condição de não ter a identidade revelada, ela conversou com o site, e contou que a familiar é uma empresária, dona de uma escola de educação infantil em Ceilândia. Ainda assim, a mesma teria sido influenciada por Jaci.

"Ela tem formação superior em pedagogia. Não se trata de uma pessoa humilde e sem instrução, mas teve a personalidade modificada por essa pastora. Ela foi convencida a largar o marido. e a abandonar o filho de 11 anos com o pai. Por último, entregou o seu bebê de 6 meses para adoção simplesmente porque a pastora afirmou que todos estavam possuídos", disse a mulher. Ainda segundo essa testemunha, a fiel cortou relações com todos os parentes mais próximos, e o bebê foi deixado em um abrigo do governo, aos cuidados da Vara da Infância e da Juventude (VIJ).

"Tentamos ficar com a criança, todos da família a queriam, mas ela disse que o bebê estava com o demônio e que deveria morrer. Estamos tentando reaver a guarda", desabafou a familiar da frequentadora da igreja.


A pastora Jaci ao chegar à igreja evangélica onde prega, em Ceilândia, no Distrito Federal
Segundo a denúncia, que foi encaminhada ao Conselho Tutelar, a intenção da pastora teria motivação financeira. O plano seria afastar parentes e garantir o pagamento do dízimo (doações à igreja), sem interferências. "Como essa minha parente é dona de uma escola e fatura um bom dinheiro, a pastora recebe cerca de R$ 2.000 por mês com o dízimo", completou.

Outra apuração conduzida pelo Conselho Tutelar envolve um casal de servidores públicos. A mulher foi convencida que o marido e o filho estariam sendo "comandados pelo demônio". Ambos também frequentavam a igreja de Jaci. O modus operandi, ou seja, a forma de agir, foi o mesmo dos demais casos. A fiel teria sido orientada pela pastora a abandonar todos os parentes, mas sem se esquecer das obrigações com o dízimo. A funcionária teria se separado do marido, e a criança ficou com o pai.

Após o culto da noite de terça-feira (9), o site Metrópoles tentou falar com Jaci, mas ela se recusou a comentar as acusações. A empresária que deu o filho para a adoção, e faz parte do grupo de fiéis da igreja, também foi procurada na escola que administra, mas não foi localizada. Enfim, caso tenhamos quaisquer outras novidades sobre esse caso, manteremos vocês atualizados.

De qualquer forma, se você souber de algo semelhante ou até mesmo tiver alguma informação a mais sobre esse caso, denuncie, disque 100, que é o número de serviço de utilidade pública coordenado e executado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República. Por meio do 100, você pode denunciar violências contra crianças e adolescentes, saber informações acerca do paradeiro de crianças e adolescentes desaparecidos, tráfico de pessoas – independentemente da idade da vítima – e obter informações sobre os Conselhos Tutelares. A ligação é gratuita, e o atendimento funciona 24h por dia, sete dias por semana, inclusive feriados. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos órgãos responsáveis, conforme a competência, em um prazo de 24h. Sua identidade é mantida em absoluto sigilo, combinado?

Nessa parte final da postagem, gostaria de agradecer ao Fernando Braga, editor do site Metrópoles, que gentilmente nos concedeu permissão para republicar trechos das notícias, imagens, e incluindo os vídeos publicados no canal do site Metrópoles, no Youtube. Saiba que esse reconhecimento da seriedade do nosso trabalho é muito importante para nós.

Atualização #1 - 21/08 as 6h30
De acordo com o Metrópoles, na última sexta-feira (19), a menina de 8 anos, que era mantida em cárcere privado pela mãe e uma pastora evangélica, em Ceilândia, no Distrito Federal, finalmente conseguiu dormir em casa, ao menos uma que fosse segura. Após ser libertada pelo Conselho Tutelar e pela Polícia Militar, ela ficará com o pai e a madrasta. Mesmo recuperada da desidratação, a garotinha ainda se movimentava com a ajuda de uma cadeira de rodas, mas estava sorridente durante uma festa para comemorar sua chegada, após ter recebido alta do Hospital Regional de Ceilândia (HRC) onde ficou 12 dias internada.

Para receber a menina, o pai, parentes, vizinhos e os policiais que ajudaram no caso fizeram uma pequena festa nos fundos da residência, onde a família irá morar. Em parceria, policiais militares, professores, conselheiros tutelares e membros da comunidade também se uniram para reformar o quarto da criança.

"Compramos móveis, brinquedos e outros mantimentos. Uma parte só chegará na semana que vem, mas acredito que a ajudará a ter uma vida melhor", contou o major Márcio Rogério, que resgatou a jovem no início de agosto e participou da festinha. O evento movimentou a rua onde vive a família. A todo instante pessoas chegavam para transmitir um pouco de carinho à menina.

"Apesar de toda a dificuldade, ela está muito bem e até o olhar já está mais alegre, como deve ser", contou um dos amigos que deixava a festa na noite da última sexta-feira. Dentistas e médicos também entraram em contato com a família para oferecer consultas à menina.

Por outro lado, o site do jornal Correio Braziliense revelou mais uma face sórdida da pastora Jaci. Pelo menos três denúncias são apuradas pela Polícia Civil e pelo Conselho Tutelar. Em uma delas, a representante religiosa orientou outra fiel a não amamentar o filho recém-nascido e encaminhá-lo para adoção. A exemplo da violência cometida em Ceilândia, a pastora justificou que a criança era fruto do diabo.

O caso teve início quando uma mãe de 38 anos, cujo nome não foi revelado, começou a frequentar a igreja de Jaci no início da gravidez, e a pastora se aproximou da mulher. Desde então, a grávida teve na líder uma espécie de "mentora religiosa". A mulher dizia que o bebê era filho do pecado, pois a mãe não era formalmente casada com o companheiro. O pai da criança, 38 anos, cujo nome também não foi revelado, chegou a presenciar cenas em que a companheira socava o seu próprio ventre. "Ela se machucava, dizendo: 'Morre demônio, você não vai me matar'", afirmou o pai. No sétimo mês de gravidez, ela o expulsou de casa. O argumento era de que, se o relacionamento continuasse, a mãe morreria.

No dia do parto, ela impediu a entrada do pai do menino no hospital. O pai só conheceu o filho dois dias depois do nascimento, e apesar da certidão de nascimento não constar seu nome, o Conselho Tutelar localizou o garoto, que passa bem, mas está na fila da adoção de uma instituição.

"Estou lutando na Justiça para conseguir o reconhecimento de paternidade e também a guarda", contou o pai. Aliás, segundo uma tia paterna, a mãe nunca amamentou a criança. A mãe chegou, inclusive, a tomar remédio para interromper a produção de leite.

Comentários Finais
De onde nascem os monstros? Foi justamente essa pergunta que não saiu da minha cabeça ao terminar de escrever essa postagem. Sinceramente, não sei dizer a vocês, e talvez eu nunca venha a ter uma resposta para essa pergunta. É um conjunto mórbido, sórdido, vil, covarde e de ignóbeis acontecimentos tão amplo, que muito provavelmente seria impossível de responder em uma única linha ou até mesmo em uma tese de doutorado. Podemos apenas especular diante das condições em que a monstruosidade encontra o campo perfeito para semear essas pequenas sementes de maldade, que em pouco tempo se tornam uma floresta escura, úmida, silenciosa e sombria, mesmo diante do clima árido do planalto central. Enquanto a árvore da bondade e da generosidade demora anos para florescer diante de um duelo diário para evitar que seja cortada, a árvore do desprezo à vida humana e da imoralidade demora apenas alguns poucos dias para que sua copa esconda toda podridão da qual ela nasceu, e de onde seus semeadores vivem praticando atos, que me faltam palavras para expressar toda a indignação que sinto nesse momento. Posso não saber de onde os monstros nascem, mas sei o que eles temem: a voz da pessoas que lutam diariamente para proteger as demais árvores, cujos frutos alimentam aqueles que têm esperança. Quando alguém denuncia algo assim, ainda que anonimamente, é como se um pequeno facho de luz conseguisse atravessar a cortina negra que encoberta esses atos, e isso definitivamente incomoda. A luz se converte em som e ressoa pela floresta, atormentando e atrapalhando os planos de quem pretendia semear a maldade.

Assim sendo, estivemos diante de uma mãe, que não sabia explicar o porquê mantinha a filha daquela forma, dizendo que a tinha levado ao médico, que ninguém sabia o que a menina tinha, talvez gastrite, porém estava bem apreensiva diante da autoridade policial. Também estivemos diante de uma pastora, porém a mesma não apresentava nenhum temor diante da situação. Afinal, provavelmente a mesma, em sua cabeça, era uma "escolhida de Deus", então o que ela tinha a temer? Conforme mencionei anteriormente, a árvore do desprezo à vida humana cresce rapidamente. Não demorou muito para ficarmos sabendo, através de mais denúncias, que poderia haver mais casos, outras crianças inocentes que foram abandonadas por suas mães. A influência da pastora transformava o seu rebanho de ovelhas em suas filhas, uma legião perversa de pessoas, que da noite para o dia, poderiam se tornar tão somente um instrumento nas mãos da mesma, que poderia ser utilizado até mesmo para matar seus bens mais preciosos. A estratégia, por outro lado, estava bem estabelecida. Primeiro era necessário fragilizar o seu rebanho, destruir o psicológico das mulheres, para depois introduzir algo totalmente novo e deturpado. E não podemos dizer que as vítimas eram "negras, pobres e burras", porque a capacidade da pastora ia muito além disso. Teria alcançado, inclusive, a proprietária de uma escola de ensino infantil. Não sabemos todas as intenções da pastora, talvez nunca saibamos, mas aparentemente algo era fundamental para ela: o dinheiro.

Quanto vale uma vida? Quanto vale uma filha? Quanto vale um filho? Essas são perguntas mais fáceis de responder, não é mesmo? Afinal para as três perguntas, muito provavelmente temos uma resposta em comum: não tem preço. Porém, não podemos nos esquecer que não é somente a pastora que deve pagar pelos seus atos. Onde estavam os maridos dessas mulheres que não lutaram por suas companheiras? Onde estavam que não lutaram para desvencilhar suas esposas da influência dessa pastora, e disseram aos quatro ventos o que estava acontecendo? Como que você não luta pelas pessoas que mais deveriam importar na sua vida? Além disso, se for verdade o que a mãe da menina disse, onde estava o poder público, seja através da escola onde a menina estudava, seja através das unidades básicas de saúde, que não tomaram providências em relação a alegação que a menina, certo dia, teria voltado com sangramento da escola? Será que a escola não sabia dessa informação? Ninguém realmente quis ir até a casa da mãe da menina para ver se havia algo errado, mesmo após um a dois meses sem que a mesma frequentasse as aulas? O que mais dói nesse caso, é que depois de tantos questionamentos, a pastora pode ter mesmo razão quando ela disse que "ninguém fez nada". Afinal de contas, tudo que é necessário para que floresta do desprezo à vida humana enegreça o ambiente ao nosso redor, é que ninguém faça nada, ninguém fale nada. Por favor, nunca faça silêncio, seja esse pequeno facho de luz, porque muitas crianças em nosso país têm motivos, dentro de suas próprias casas, para ter medo do escuro.

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