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Donald Trump ganha eleição e abala Nova Ordem Mundial


Donald Trump, candidato do Partido Republicano, ganhou as eleições presidencias americanas ao derrotar a democrata Hillary Clinton, na madrugada desta quarta-feira, 9 de novembro, numa vitória surpreendente que equivale a uma revolução polìtica nos Estados Unidos e deve abalar a ordem política mundial. O bilionário do ramo imobiliário fez uma campanha populista, isolacionista e xenofóbica, em que seus principais alvos foram os imigrantes, a abertura das fronteiras e as elites que impulsionaram a globalização da economia e o crescimento do comércio mundial nas últimas décadas. A vitória de Trumpsignifica também o ápice do triunfo da revolta de eleitores no mundo ocidental desenvolvido contra as mudanças provocadas pela globalização, que, ao mesmo tempo que aumentou a riqueza e levou o desenvolvimento a regiões do planeta antes fora do mapa econômico, criou bolsões de pobreza e aumentou as desigualdades nos países mais ricos. Assim como na vitória da Brexit no referendo do Reino Unido que decidiu pela saída da União Européia, em junho, o principal motor da campanha de Trump foram os eleitores de classe média, brancos e de baixa escolaridade que acharam que sofreram perdas com a globalização e se sentem ameaçados pelo aumento da imigração para seus países.

O impacto da vitória de Trump na ordem mundial liberal pode ser medida pelo mote do seu discurso na convenção do Partido Republicano que o consagrou como candidato presidencial, em julho. "Americanismo e não globalismo será o nosso credo", declarou Trump. Os choques da sua eleição já começaram ser sentidos no mercado financeiro internacional. A partir da Ásia, as bolsas mundiais começaram a entrar em convulsão a partir do momento em que ficou clara a chance de êxito de Trump. As ondas de propagação causadas pela espantosa vitória de Trump devem logo chegar também às bolsas políticas da Europa, onde há um ascendente movimento nacionalista, populista e xenobófico em vários países. No ano que vem, a França vai realizar eleições presidenciais - e a candidata Marine Le Pen, do partido de extrema direita Front National, tem grandes chances de vencê-las. Se isso ocorrer, a própria União Européia poderá entrar em xeque. A vitória de Trump significa também um alento político e tanto para o governo autoritário de Vladimir Putin na Rússia, principal liderança internacional a expressar, sem reservas, apoio à candidatura de Trump.

A chegada de Trump representará também uma revolução política nos Estados Unidos. Sua vitória já está sendo considerada a maior surpresa na história das eleições presidenciais americanas desde 1948 - quando o democrata Harry Truman derrotou, de forma inesperada, o republicano Thomas Dewey e conquistou a Casa Branca. Até às vésperas da eleição, a democrata Hillary Clintonera apontada como ampla favorita pelas pesquisas de opinião para vencer a eleição. Hillary contou com o apoio quase unânime dos principais veículos de comunicação dos Estados Unidos e do establishment político americano que rejeitou Trump, desde o iníco da sua campanha, por causa de seu estilo bombástico, histriônico e totalmente fora das convenções que caracterizam a política americana. Quando um vídeo, revelado em outubro pelo jornal The Washington Post, mostrou Trump vangloriando-se de abusos sexuais e investidas indecorosas contra mulheres, houve uma debandada em massa da cúpula do Partido Republicano da campanha do bilionário. Dos últimos candidatos republicanos à Casa Branca, apenas Bob Dole, que perdeu para Bill Clinton em 1996, declarou apoio a Trump. O último presidente republicano, George W. Bush, votou em Hillary Clinton. O tradicional Partido Republicano, o Grand Old Party, um bastião do liberalismo econômico, deve ser moldado, a partir de agora, pelo trumpismo.

Com seu farto histórico de mentiras, casos de abusos sexuais e manobras fiscais altamente questionáveis para fugir do pagamento de impostos, Trump atraiu a rejeição de uma grande parcela do eleitorado americano -em geral, formado por pessoas mais jovens, instruídas e cosmopolitas. Na batalha das rejeições que virou a eleição americana, a vitória de Trump foi facilitada por ele ter a impopular Hillary Clinton como adversária. Embora vista como a mais qualificada para ocupar a Casa Branca, graças a uma longa trajetória pública, em que foi primeira-dama, senadora por Nova York e secretária de Estado do governo Barack Obama, Hillary carregou a pecha de representante da elite (e da dinastia dos Clintons) em uma campanha em que a tônica foi a raiva do eleitor contra o establishment. Além disso, Hillary ganhou a imagem, aos olhos de boa parte dos eleitores americanos, de uma política fria, distante, pouco confiável e manipuladora. Essa imagem foi reforçada pelo caso do uso de sua conta de email particular para comunicações oficiais durante o seu período como secretária de Estado. O uso do email particular contraria os regulamentos do Departamento de Estado e virou uma investigação do FBI, reavivada na reta final da campanha.


Para consolidar a sua vitória no Colégio Eleitoral, em que são necessários 270 votos para conseguir a eleição, Trump venceu as batalhas eleitorais em estados chaves, como Flórida, Carolina do Norte e Ohio - os chamados estados pêndulos, que oscilam, a cada eleição, da posição de democrata para republicano - e vice-versa. Mas sua conquista foi coroada com a vitória em estados tradicionalmente democratas - como a Pensilvânia, em que Hillary contava vencer com folga, mas acabou perdendo.


Lembrando que essa eleição vai afetar todos nós.

Com informações: Epoca

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