Menino afirma lembrar-se da vida passada

Cameron frequentemente fazia os mesmos desenhos, de forma que respondia que aquela era a sua casa situada em uma região chamada Barra, uma ilha escocesa, a uma distância de 260 quilômetros de seu lar atual. O garoto estava convencido de que vivia naquela casa, descrevendo com precisão os cômodos, a quantidade de banheiros e quartos e mostrava-se preocupado com sua família que, provavelmente, estaria sentindo sua falta.

Tamanha era a precisão nos detalhes que o menino era capaz de descrever suas aventuras, seus pais e irmãos e ainda a forma como seu antigo pai havia falecido. Os pais acreditavam que tratava-se somente da imaginação de uma criança, até que um dia foram chamados na escola pela professora de Cameron para uma conversa. O menino chegou a um ponto de extrema tristeza por sentir falta de seus irmãos, mostrando insatisfação por poder brincar com as pedras e ver os aviões pousarem próximos a seu antigo lar.




Uma equipe de pesquisadores, entre os quais estava Jim B. Tucker, professor de psiquiatria da Universidade da Virgínia, resolveu encontrar o menino e o levaram para conhecer o local. Ao receber a proposta, a mãe de Cameron ficou assustada, pois sua família rejeitava a hipótese de uma reencarnação.

O menino, no entanto, estava muito feliz com a viagem. E, para o espanto dos pesquisadores, a casa era exatamente igual e com a mesma quantidade de cômodos e banheiros que o garoto tanto dizia haver.



Porém algo o deixou triste: as pessoas que Cameron compartilhava a casa em sua vida passada não estavam ali. Assim, os pesquisadores conseguiram encontrar um membro da antiga família, que dispunha de fotos seculares da casa. Cameron reconheceu um carro preto e um cachorro preto e branco, dos quais ele já tinha falado e desenhado diversas vezes.


Para a família a viagem à Barra representou um verdadeiro alívio, de forma que ninguém mais desconfiava que a criança estivesse inventando coisas. O garoto, apesar de triste, se tornou mais calmo, não sentindo mais o remorso que tanto o aborrecia.

Outros possíveis casos


Além destes existe a história testemunhada pelo médico Dr. Eli Lasch, de um garoto de apenas três anos que afirmara ter sido assassinado e ter seu corpo enterrado em um preciso local. O garoto indicou o local do enterro e da arma utilizada para o crime, de modo que quando os investigadores chegaram, realmente havia um esqueleto de um homem ali, junto a um machado em outro sítio indicado pelo menino. O mais curioso é que o garoto possuía uma grande cicatriz na testa no mesmo local em que o crânio encontrava-se danificado pelo golpe.


Ryan afirma ter sido o ator Martin Marty

Já garoto de dez anos Ryan, que mora com sua família em Muskogee, Oklahoma (EUA) costumava ter pesadelos constantes na infância e pedia aos pais que o levasse à Hollywood. Certa vez contou a sua mãe que “costumava ser outra pessoa” e os pais ignoraram por pensarem que tudo isso fazia parte da fértil imaginação infantil. Um dia, folheando uma revista antiga o menino apontou um homem e disse que era ele a pessoa que “costumava a ser”. Os pais, incrédulos por frequentarem uma religião que não admitia reencarnação, assistiram ao filme do homem em questão e descobriram que ele era apenas um figurante, de nome Martin Marty. Após interrogarem Ryan sobre a vida do homem, perceberam que os detalhes batiam com a vida de Martin Marty e isso levou os pais a se questionarem sobre a existência da reencarnação.

Comente com o Facebook:

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Please enable / Bitte aktiviere JavaScript!
Veuillez activer / Por favor activa el Javascript![ ? ]