Jesus Cristo Existiu? Existem Provas Históricas?

Jesus Cristo Existiu? Existem Provas Históricas?
Os pesquisadores que se dedicaram ao estudo das origens do cristianismo sabem que desde o segundo século de nossa era tem sido posta em dúvida a existência de Cristo. Muitos até mesmo entre os cristãos procuram provas históricas e materiais para fundamentar sua crença. Infelizmente, para eles e sua fé, tal fundamento jamais foi conseguido, e a história cientificamente elaborada denota que a existência de Jesus é real apenas nos escritos e testemunhas daqueles que tiveram interesse religioso e material em prová-la. Desse modo a existência, a vida e a obra de Jesus carecem de provas indiscutíveis.
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Os Evangelhos


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Nem mesmo os Evangelhos constituem documento confiável. As bibliotecas e museus guardam escritos e documentos de autores que teriam sido contemporâneos de Jesus e que não fazem qualquer referência ao mesmo. Por outro lado, a ciência histórica tem se recusado a dar crédito aos documentos oferecidos pela Igreja, com intenção de provar a existência física desta figura. Ocorre que tais documentos, originariamente, não mencionavam sequer o nome de Jesus; todavia, foram falsificados, rasurados e adulterados visando suprir a ausência de documentação verdadeira. Por outro lado, muito do que foi escrito para provar a inexistência de Jesus Cristo foi destruído pela Igreja, defensivamente. Assim é que, por falta de documentos verdadeiros e indiscutíveis, a existência de Jesus tem sido posta em dúvida desde os primeiros séculos desta era, apesar de ter a Igreja tentado destruir a tudo e a todos os que ousaram contestar os seus pontos de vista, os seus dogmas.


A fé e o Papa

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Por tudo isso é que o Papa Pio XII, em 1955, falando para um Congresso Internacional de História em Roma, disse: “Para os cristãos, o problema da existência de Jesus Cristo concerne à fé, e não à história”. Emílio Bossi, em seu livro intitulado “Jesus Cristo Nunca Existiu”, compara Jesus Cristo a Sócrates, que igualmente nada deixou escrito. No entanto, faz ver que Sócrates só ensinou o que é natural e racional, ao passo que Jesus teria se preocupado apenas com o sobrenatural. Sócrates teve como discípulos pessoas naturais, de existência comprovada, cujos escritos, produção cultural e filosófica passaram à história como Platão, Xenófanes, Euclides, Esquino, Fédon. Enquanto isso, Jesus teria por discípulos alguns homens analfabetos como ele próprio teria sido, os quais apenas repetiriam os velhos conceitos e preconceitos talmúdicos.

Sócrates, que viveu 5 séculos antes de Cristo e nada escreveu, jamais teve sua existência posta em dúvida. Jesus Cristo, que teria vivido tanto tempo depois, mesmo nada tendo escrito, poderia apesar disso ter deixado provas de sua existência. Todavia, nada tem sido encontrado que mereça fé. Seus discípulos nada escreveram. Os historiadores não lhe fizeram qualquer alusão. Além disso, sabemos que, desde o Século II, os judeus ortodoxos e muitos homens cultos começaram a contestar a veracidade de existência de tal ser, sob qualquer aspecto, humano ou divino. Estavam, assim, os homens divididos em duas posições: a dos que, afirmando a realidade de sua existência, divindade e propósitos de salvação, perseguiam e matavam impiedosamente aos partidários da posição contrária, ou seja, àqueles cultos e audaciosos que tiveram a coragem de contestá-los.
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O Vaticano

O imenso poder do Vaticano tornou a libertação do homem da tutela religiosa difícil e lenta. O liberalismo que surgiu nos últimos séculos contribuiu para que homens cultos e desejosos de esclarecer a verdade tentassem, com bastante êxito, mostrar a mistificação que tem sido a base de todas as religiões, inclusive do cristianismo. Surgiram também alguns escritos elucidativos, que por sorte haviam escapado à caça e à queima em praça pública. Fatos e descobertas desta natureza contribuíram decisivamente para que o mundo de hoje tenha uma concepção científica e prática de tudo que o rodeia, bem como de si próprio, de sua vida, direitos e obrigações.
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Moralidade Cristã

A sociedade atualmente pode estabelecer os seus padrões de vida e moral, e os seus membros podem observá-los e respeitá-los por si mesmos, pelo respeito ao próximo e não pelo temor que lhes incute a religião. Contudo, é lamentavelmente certo que muitos ainda se conservam subjugados pelo espírito de religiosidade, presos a tabus caducos e inaceitáveis. Jesus Cristo foi apenas uma entidade ideal, criada para fazer cumprir as escrituras, visando dar seqüência ao judaísmo em face da diáspora, destruição do templo e de Jerusalém. Teria sido um arranjo feito em defesa do judaísmo que então morria, surgindo uma nova crença. Ultimamente, têm-se evidenciado as adulterações e falsificações documentárias praticadas pela Igreja, com o intuito de provar a existência real de Cristo.

Modernos métodos como, por exemplo, o método comparativo de Hegel, a grafotécnica e muitos outros, denunciaram a má fé dos que implantaram o cristianismo sobre falsas bases com uma doutrina tomada por empréstimos de outros mais vivos e inteligentes do que eles, assim como denunciaram os meios fraudulentos de que se valeram para provar a existência do inexistente.

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Judeus e o Cristianismo

É de se supor que, após a fuga da Ásia Central, com o tempo os judeus foram abandonando o velho espírito semita, para irem-se adaptando às crenças religiosas dos diversos povos que já viviam na Ásia Menor. Após haverem passado por longo período de cativeiro no Egito, e, posteriormente, por duas vezes na Babilônia, não estranhamos que tenham introduzido no seu judaísmo primitivo as bases das crenças dos povos com os quais conviveram. Sendo um dos povos mais atrasados de então, e na qualidade de cativos, por onde passaram, salvo exceções, sua convivência e ligações seria sempre com a gente inculta, primária e humilde. Assim é que, em vez de aprenderem ciências como astronomia, matemática, sua impressionante legislação, aprenderam as superstições do homem inculto e vulgar.

Quando cativos na Babilônia, os sacerdotes judeus que constituíram a nata do seu meio social, nas horas vagas, iriam copiando o folclore e tudo o que achassem de mais interessante em matéria de costumes e crenças religiosas, do que resultaria mais tarde compendiarem tudo em um só livro, o qual recebeu o nome de Talmud, o livro do saber, do conhecimento, da aprendizagem. Por uma série de circunstâncias, o judeu foi deixando, aos poucos, a atividade de pastor, agricultor e mesmo de artífice, passando a dedicar-se ao comércio. A atividade comercial do judeu teve início quando levados cativos para a Babilônia, por Nabucodonosor, e intensificou-se com o decorrer do tempo, e ainda mais com a perseguição que lhe moveria o próprio cristianismo, a partir do século IV.

Daí em diante, a preocupação principal do povo judeu foi extinguir de seu meio o analfabetismo, visando com isso o êxito de seus negócios. Deve-se a este fato ter sido o judeu o primeiro povo no meio do qual não haveria nenhum analfabeto. Assim, chegando a Roma e a Alexandria, encontrariam ali apenas a prática de uma religião de tradição oral, portanto, terreno propício para a introdução de novas superstições religiosas. Dessa conjuntura é que nasceu o cristianismo, o máximo de mistificação religiosa de que se mostrou capaz a mente humana. O judeu da diáspora conseguiu o seu objetivo. Com sua grande habilidade, em pouco tempo o cristianismo caiu no gosto popular, penetrando na casa do escravo e de seu senhor, invadindo inclusive os palácios imperiais. Crestus, o Messias dos essênios, pelo qual parece terem optado os judeus para a criação do cristianismo, daria origem ao nome de Cristo, cristão e cristianismo.


Fonte: http://ceticismo.net/religiao/a-maior-farsa-de-todos-os-tempos/jesus-cristo-nunca-existiu/

Wilson Ferreira

Técnico em SEO, liberal apartidário, autodidata em história, fascinado por mistérios, fundador e escritor. Nosso blog é focado em teorias da conspiração, porém você encontrará muitos artigos sobre política, história, sociedade, religião, misticismo, ocultismo e tudo que desperte um certo mistério.
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2 comentários:

  1. Caro amigo se queres saber se Jesus existiu, pega a bíblia e estude as biografias dEle, isto é, os 4 evangelhos e vê se há nele alguma contradição na coerência dos fatos da vida dEle, sua inteligência, seu carácter e sobretudo seus ensinamento.
    Não achas que se Jesus fosse uma mera invenção foi perfeito demais a criação de sua personalidade e tão assustadora ao percebermos que simples pescadores tiveram ideias tão geniais para construir uma personalidade tão perfeita que inclusive os grandes gênios do mundo nunca conseguiram descrever nem imaginando uma personalidade do género? Se Ele não fosse real o cristianismo não seria objeto de escárnio, perseguição e combate, além disto o cristianismo teria sido instinto há muito tempo. Mas pelo contrário a influencia de Jesus e sua personalidade tem atraído tantos homens a ponto dos seus seguidores serem em maior número do que das religiões existentes cujos mestres e fundadores foram comprovado a sua existência.
    Se Jesus não existiu então o cristianismo é falso e deveria aceitar a imoralidade como sendo normal... pelo contrario no Cristianismo a imoralidade ainda que seja fantasiada e embelezada continuará a ser imoralidade e inaceitável. Se Jesus não tivesse existido porque é que os homens que andaram com ele aceitaram morrer à negá-lo, foram perseguidos, injuriados, martirizados, condenados, e muito mais. Leia a história de Flávio Josefo.
    Os critérios usados para considerar e avaliar os escritos históricos como sendo verídicos e autênticos devem ser os mesmos para avaliar os evangelhos.
    Me dirijo a ti amigo autor do texto, podes ter um encontro ainda hoje com Jesus se pedires de todo coração para Ele se revelar a ti, Ele é real e ainda se revela e está de braços abertos para ti e deseja ser seu Senhor e suficiente salvador.

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  2. Em algum lugar dos quatro evangelhos joão diz:"Os livros do mundo inteiro não caberiam as façanhas quê JESUS fez",e isso é a mais pura verdade,JESUS viajou para caxemira(Índia),o seu retorno para á Judéia foi no dia de Pentecostes,nesse mesmo dia ele passa com os essênios e vai trocar umas idéias com João Baptista no rio jordão,mas João não o reconhece,(é logico se separaram com 12 anos antes da viagem),Nessa época a cidade em quê JESUS nasceu nasceu pertencia ao Pais da Africa do nordeste,quando JESUS nasceu o único lugar confiável para preservar a criança era entre as comunidades negras do Egito,lá Herodes (quê era Gay) não podia por o bico porquê não pertencia a sua jurisdição governamental,Pilatos respeitava JESUS porquê amava muito sua esposa Claudia Druscilla,quê por sua vez já havia se convertido a nova doutrina quê se espalhava ocultamente por várias cidades, por causa da fé quê ela(Claudia) tinha no novo Messias,DEUS fez ela ter um pesadelo horrivel quê era para ela tirar o seu marido da fria diabólica quê Satanás estava tramano,seu marido (Poncio Pilatos) nunca foi procurador,ele era inspetor de províncias e vinha com uma escolta de dois mil soldados para Jerusalem para buscar o dinheiro do "arrego" quê foi conbinado entre o Sumo sacerdote Anás e o imperador Tibérius,pelo amor a sua esposa Pilatos até se demitia se fosse preciso porquê ele sabia quê além de bela era uma mulher sincera no quê falava,por isso lavou as mãos,apos o tumulo vazio JESUS ficou 40 dias no meio das comunidades essenias espalhadas ocultamente (uma cidade subterranea) nas montanhas da Judéia seu nome não era JESUS, era Yochua Ramachia,espero quê tenha gostado dessa mensagem senhores

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