06/10/2018

Nome do hacker que fraudou eleições no Brasil e vai fraudar em 2018

Nome do hacker que fraudou eleições no Brasil e vai fraudar em 2018!

Nome do hacker que fraudou eleições no Brasil e vai fraudar em 2018
Nome do hacker que fraudou eleições no Brasil e vai fraudar em 2018 (FRAUDE COMPROVADA)
Todos nós sabemos que a urna eletrônica brasileira é totalmente fraudável. Agora dessa vez a jornalista e candidata a deputada federal pelo Estado de São Paulo Joice Hasselmann abre o jogo. Joice mostra a entrevista de um hacker que sabe a identidade do cracker que fraudou as eleições em diversas regiões do Brasil e pretende fraudar as eleições de 2018.

Dentre tais informações passadas pelo hacker no vídeo, o tal cracker fraudador das eleições teria sido preso em 2005 por invadir contas bancárias. Pesquisando aqui sobre supostas invasões no período de 2005 e 2006, encontramos um suposto hacker chamado Otávio Oliveira Bandetini.

Matéria de 2006 sobre um hacker preso em 2005 por retirar irregularmente cerca de R$ 2 milhões de contas bancárias:

Nome do hacker que fraudou eleições no Brasil e vai fraudar em 2018
Nome do hacker que fraudou eleições no Brasil e vai fraudar em 2018 (Otávio Oliveira Bandetini)
O hacker Otávio Oliveira Bandetini, condenado a 10 anos e 11 meses de reclusão por furto qualificado e interceptação telemática não autorizada, deve continuar preso. Bandetini é acusado de retirar irregularmente cerca de R$ 2 milhões de contas bancárias de terceiros pela internet, mediante o uso de fraude. 

O ministro Francisco Peçanha Martins, vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça, rejeitou o argumento de carência de fundamentação do decreto de prisão apresentado pela defesa do acusado. Peçanha Martins negou o pedido de liminar em Habeas Corpus para a expedição de alvará de soltura. 

Para o ministro, não se verifica, à primeira vista, constrangimento ilegal em desfavor do acusado, uma vez que o decreto de prisão está devidamente fundamentado. Ele afirmou, ainda, que a manutenção da prisão se faz necessária porque o acusado, de acordo com a ação, “atuava em Juiz de Fora, Minas Gerais, e veio para o Rio de Janeiro recentemente após ter sido lá descoberto e processado”. Também há acusação de prática de “graves delitos descritos na peça vestibular, estando presentes os fundamentos legais de sua custódia cautelar”. 

Bandetini já tinha sido denunciado pelo Ministério Público de Minas Gerais por crime semelhante, mas conseguiu o direito de responder ao processo em liberdade. Posteriormente, o hacker mudou-se para o Rio de Janeiro, onde continuou praticando os mesmos crimes até ser preso, em 2005, por policiais da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática. 

Peçanha Martins solicitou informações detalhadas à 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Depois disso, o processo deve ser encaminhado ao Ministério Público Federal para elaboração de parecer. O HC será julgado pela 5ª Turma do STJ. O relator será o ministro Gilson Dipp.
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